Rotina (21/03/11)

Enquanto cantava “Óculos” em uma apresentação no Big Brother Brasil (eu não assisto ok, só estava vendo porque era o Paralamas!), eis que Herbet Vianna, meu companheiro de rodas, solta “Em cima dessas rodas também bate um coração“. Não preciso falar que concordo em grau, numero e gênero, né? Sim, porque nós cadeirantes também amamos. Só que é inevitável que as pessoas vejam a cadeira de rodas antes de nos verem. Acho que a diferença (e o grande barato) é a maneira que você lida com a sua própria deficiência, a forma que você toca a sua vida. É saber transformar a cadeira em um mero acessório, algo que te leva onde você quer, e não fazer dela algo maior do que sua personalidade, tornando-a um fardo.

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